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24/06/2006 - 08h03

Árbitro paraguaio Amarilla é criticado na Tunísia após eliminação

Da AFP
Em Túnis (Tunísia)
A eliminação da Tunísia do Mundial da Alemanha-2006 causou grande decepção e amargura no país, onde a imprensa foi unânime em questionar, neste sábado, o árbitro da partida contra a Ucrânia (1-0), o paraguaio Carlos Amarilla.

"Profunda decepção", "Desilusão", "Lamentável" foram alguns dos títulos que estamparam os jornais no dia seguinte à derrota para a Ucrânia em Berlim, na última partida do Grupo H, classificatória para as oitavas-de-final da competição.

Mas para o jornal La Prensa, as Águias de Cartago não tiveram suficientes "argumentos ofensivos" para continuar na briga. Ao dar a impressão, segundo o Le Temps, de ter "medo de ganhar", "não podem responsabilizar mais que a si mesmas", destacou o Le Renouveau.

No entanto, a amargura predominou entre a população, que criticou uma arbitragem classificada de "falha e injusta" pela imprensa.

Do "pênalti imaginário" graças ao qual a Ucrânia marcou o único gol da partida, segundo a imprensa, às "decisões estranhas" do árbitro, como a expulsão do tunisiano Ziad Jaziri no primeiro tempo, passando por sua negativa a dar o pênalti para a Tunísia em uma mão evidente de um zagueiro ucraniano, o Le Renouveau considerou "catastrófica" a atuação do paraguaio.

Segundo este jornal, Amarilla obrigou a Tunísia a deixar a Alemanha "pela porta de trás", por não ter conseguido passar da primeira rodada em seu quarto Mundial.

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