Mesmo diante de um adversário com currículo e capacidade de Zinedine Zidane, a seleção brasileira não irá optar por marcação individual. Essa é a palavra do técnico Carlos Alberto Parreira, que usa a história da equipe que dirige para sustentar esquema defensivo por zona.
EFE
Parreira não pensa em destacar um marcador exclusivo para francês Zidane
Na avaliação de Parreira, alterar a forma tática de marcar em razão do potencial técnico de um adversário seria descareterizar a tradição da seleção brasileira.
"Não me lembro da seleção ter jogado alguma vez com marcação individual, mesmo quando enfrentava o Maradona", declarou o treinador na véspera do confronto de quartas-de-final da Copa do Mundo em Frankfurt.
"Vamos marcar a bola, marcar por zona, preenchendo os espaços como a gente sempre faz", completou Parreira.
De acordo com Parreira, o poder individual da França vai muito além de Zidane. Por isso, a manutenção da marcação por zona é a atitude mais coerente. Mesmo assim, diante de alguma circunstância de jogo, o treinador admite que pode rever a convicção.
"Se for preciso, a gente faz (marcação individual). Porque se der espaço para ele (Zidane), pode fazer a diferença", analisa o treinador.