EFE

Low (e) foi homem de confiança de Klinsmann no Mundial
"Não foi uma decisão fácil". Deste modo, o técnico Juergen Klinsmann anunciou nesta quarta-feira que não continuará no comando da seleção alemã, depois de liderar a equipe à terceira colocação na Copa do Mundo e ser aclamado por um país inteiro.
Seu assistente técnico no Mundial, Joachim Low, foi efetivado como o novo treinador da equipe.
Klinsmann lutou para conter suas lágrimas na entrevista coletiva, em Frankfurt. "Gostaria de agradecer a todos pelos dois anos emocionantes e maravilhosos que tive", disse o ex-atacante, aos 41 anos.
Antes do torneio, Klinsmann enfrentou duras críticas. A Alemanha não rendeu bem em amistosos contra grandes adversários e foi para a Copa cercada de desconfiança.
MISSÃO CUMPRIDA NA ITÁLIA
O treinador da seleção italiana de futebol, Marcello Lippi, anunciou nesta quarta-feira, três dias após ganhar a Copa do Mundo, que deixa o cargo porque "encerrou" seu trabalho.
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Mas o time agregou forças para alcançar a semifinal do torneio (eliminando a Argentina nas quartas-de-final), fase na qual foi derrotado pela campeã Itália. A campanha, no final, tornou o treinador uma figura aclamada na Alemanha.
Klinsmann afirmou que pretende passar mais tempo com sua família, que vive na Califórnia, nos Estados Unidos, e que vai tirar férias de seis meses antes de pensar em um novo cargo. "Estou exausto", disse.
Low, ex-meio-campista e técnico no Campeonato Alemão de 46 anos, foi o homem de confiança de Klinsmann em sua passagem pela seleção. Ele assinou um contrato de dois anos para chefiar a equipe, prometendo manter a filosofia de seu antecessor.
"Esta é a única maneira de conseguirmos fiar entre os melhores do mundo", afirmou.